Qual tipo de cortina usar na sala?

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Ao comprar cortina para sala é comum se deparar com diferentes tipos, o que levanta uma dúvida: qual utilizar? A seguir, damos dicas para estabelecer a versão perfeita. Confira!

Tipos de cortina

São vários os tipos de cortina e cada versão combina melhor com um determinado ambiente. Abaixo, listamos os mais comuns atualmente na decoração da casa:

  • Cortina de tecido;
  • Cortina blecaute;
  • Persiana;
  • Rolô (possui mecanismo que enrola a cortina).

Qual usar na sala?

A escolha do tipo ideal de cortina deve considerar alguns fatores. Um deles é a finalidade do acessório. Se for para bloquear a entrada de luz natural no cômodo, a cortina blecaute é o melhor investimento.

Esse mesmo tipo também é aposta certeira de cortina para sala se quiser melhorar a acústica do cômodo, impedindo ou minimizando a entrada de sons externos, o que ajuda a aproveitar melhor programas na TV.

Sua finalidade é puramente decorativa? Então, a cortina de tecido é perfeita. Se gostar de modelos mais requintados, invista em cortinas com tecidos mais grossos e macios ao toque.

Caso prefira versões leves e delicadas, confira cortinas de renda ou voil, que dão um toque elegante e charmoso para a decoração, tornando a sala mais sofisticada e agradável.

Dica extra para escolher a cortina

Considere outro fator ao escolher a cortina para sala: o tamanho do acessório. Para o cômodo, a recomendação geral é que a peça cubra toda a parede, desde o teto até o piso.

Cortinas grandes dão a impressão visual de que o pé direito do imóvel é maior, além de passar a sensação de amplitude, o que faz a diferença em salas pequenas, contribuindo positivamente com a decoração.

Só há uma situação em que a cortina de sala média ou pequena é interessante, quando há algum móvel próximo da janela. Mesmo neste caso é indicado que a peça tenha sobra de 20 centímetros de tecido em cada lado.

Gradil é realmente resistente?

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Quando o assunto é cercamento, as telas gradil costumam ser recomendadas por serem mais resistentes. Mas, será que elas realmente têm essa característica? Neste post, esclarecemos essa questão. Acompanhe e conheça mais sobre o gradil!

O que é gradil?

Antes de saber se o material é realmente resistente, é importante saber exatamente do que se trata. O gradil é uma grade de proteção utilizada na montagem de cercamentos e delimitações de espaços.

Essa grade é fabricada com arames de aço pintado ou revestido com um material sintético. Além disso, possui design mais moderno e vem em módulos, o que otimiza seu manuseio e instalação.

A resistência do gradil é mito?

Não, o gradil é realmente resistente e há vários motivos que contribuem para isso. O principal deles é o uso de aço na fabricação da grade, o que acaba conferindo uma maior durabilidade ao produto.

Normalmente, o aço galvanizado é utilizado, que é uma versão mais resistente à umidade e água, portanto, não oxida ou apresenta corrosões, permanecendo em ótimo estado por muito mais tempo.

Tal característica é reforçada nas telas gradil feitas com aço revestido de material sintético, que faz uma camada extra sobre o material, potencializando sua resistência a danos.

Outras características do gradil

O gradil não se caracteriza somente pela elevada resistência, há outros pontos do produto que chamam a atenção e merecem destaque. Abaixo, listamos os principais. Confira:

  • Facilidade de manuseio e instalação, sobretudo por ser modular e não demandar grandes reformas para implantação;
  • Excelente custo-benefício, já que possibilita montar cercas resistentes, duráveis, eficientes e esteticamente bonitas, tudo isso por um preço que não pesa no orçamento;
  • Baixa necessidade de manutenção e muito mais praticidade, uma vez que as grades de proteção não oxidam ou são facilmente rompidas, o que não demanda consertos ou trocas constantes.